Nova fase da coleta de assinaturas no DF: preencha nosso formulário online

A partir de hoje, 02 de outubro, o Partido Pirata no DF promove uma nova fase de coleta das assinaturas necessárias para a formalização perante a Justiça Eleitoral.

Pelas próximas, qualquer pessoa que vote no Distrito Federal (e não seja filiada a outro partido político) poderá preencher um simples formulário online e receber por email as instruções detalhadas para confirmar presencialmente o seu apoio à criação do Partido Pirata.

Finalmente, no dia 30 de outubro, de acordo com a demanda evidenciada pelas respostas, organizaremos um ou mais postos de coleta de assinaturas, nos locais em que houver maior concentração de pessoas interessadas. Com toda a facilidade, você poderá simplesmente comparecer e assinar a ficha, já impressa e devidamente preenchida com todos os seus dados. Atualmente, a assinatura em papel ainda é necessária, de acordo com a legislação e a regulamentação vigentes.

As datas foram escolhidas para coincidir com os dias em que, nos demais colégios eleitorais do Brasil, são promovidas as votações para o primeiro e o segundo turno das eleições municipais desse ano.

Para facilitar a memorização, foi criado ainda o link curto bit.ly/apoiopiratas. Divulgue o máximo que você puder.

Precisamos conseguir pouco mais de 1,6 mil (mil e seiscentas) assinaturas em todo o Distrito Federal para que façamos a nossa parte, no total de 500 mil assinaturas a serem coletadas em todo o Brasil.

Caso você tenha dúvidas ou sugestões, fique à vontade para usar o campo de comentários abaixo, ou fale conosco pelo telegram.

Publicado em Ações, Apoiamento, Formalização, PPBr-DF | Marcado com , , , , , , | Deixe um comentário

Partido Pirata do DF voltando à ativa

piratas hq

É uma lancha? É um stand up paddle? É um jacaré? Não, é o barco do Partido Pirata que está renascendo no Distrito Federal (ou Brasília? já temos um primeiro ponto de pauta aí).

Após algumas reuniões preparatórias e várias conversas, o Piratas tirou algumas deliberações que ainda estão engatinhando. O objetivo para esse final de 2015 é colocarmos em ação as pautas que pensamos e termos regularidade com as reuniões. Para isso acontecer, a participação de cada pessoa interessada é fundamental.

Mas antes um tira-dúvidas (cuja resposta será sempre 42 também)

Como fazer parte do Piratas?
Primeiro passo: seja pirata! Mas isso é algo que você tem sentir e se reconhecer, não é ninguém que vai te fazer pirata.
Mas se você tem interesse no partido aqui no DF, temos vários caminhos:
Enviar um e-mail para a coordenação para tirar dúvidas: centro-oeste@partidopirata.org.
Se inscrever no grupo de e-mails da gente, onde será informado cada reunião que tivermos, além de debate sobre os temas do partido, basta enviar um e-mail para piratas-df-subscribe@yahoogrupos.com.br .
Instale o slack no seu smartphone ou se inscreva pela internet pelo caminho pirata, onde debateremos e discutiremos o partido também. (nota: sim, infelizmente ainda não temos uma ferramenta software livre ou open source de comunicação, mas conforme formos tendo mais organicidade em comunicação interna ou conseguirmos organizar um desse que seja livre de espionagens, conseguiremos trocar de boa). Outra forma de acompanhar as reuniões é pelo Mumble Pirata , que é um meio de comunicação virtual por meio de voz, onde as reuniões estão acontecendo (apenas nacionalmente por enquanto). Outro meio de se comunicar pelo smartphone é pelo Telegram do Piratas DF.
Lembre de acessar os meios de comunicação do partido, como o nosso blog e a fã page do facebook.

Eu quero só ajudar a recolher assinaturas, como faço?
Não tem problema. Basta acessar a ficha em pdf, baixar e sair coletando com as amigues. Nós temos uma caixa postal aqui em Brasília, para onde você pode mandar por correios. O endereço é: Caixa Postal 10809 – CEP 70306970 -Brasília – DF. Você também pode falar nos meios de comunicação do partido, que nós damos um jeito de buscar. E mais: você pode ficar antenada para quando estivermos recolhendo assinatura em grupo e terá companhia. Se divertir em grupo é sempre melhor.

Mas vocês já tem algo planejado para esse ano?
Primeiramente, estamos planejando a realização de reuniões operativas mensais e, intercalando quinzenalmente, reunião de apresentação para novas pessoas interessadas.
Com isso estamos fechando nosso planejamento de atividades pro resto do ano.
E junto desse planejamento, temos também um mapeamento de atividades/ grupos que acontecem aqui no quadradinho, e que vão ajudar a buscarmos atividades mais legais com pessoas que valem bastante a pena. Ajude-nos a preencher.
Lembrando que em agosto devemos ter a recepção do Partido na UnB.

Falando em UnB, vocês já tem um grupo lá?
Não e sim. Não, porque por mais que tenhamos piratas lá, e pessoas se organizando, o grupo que se está organizando será não é submetido ao partido por respeitarmos a autonomia dos coletivos em seus lugares de atuação. Mas sim, porque temos piratas lá, e as ideias piratas são bem maiores que grupos, partidos, e também são a prova de balas.

Vocês tem mais algo planejado?
Por enquanto, estamos tentando engatar também um Grupo de Trabalho de Igualdade de Gênero no partido do DF, para colocar debates muito importantes e caros para nós piratas.

E como fazemos pra nos encontrar?
Bem, vamos marcar uma reunião aberta para a 2ª metade de Agosto, por isso preencha o doodle disponível aqui para vermos a melhor data para todo mundo!

Então, o que está esperando? Pegue sua garrafa de Rum, e venha embarcar junto com a gente!
Ahoy!

Publicado em Organização, PPBr-DF | Marcado com , , | Deixe um comentário

Hackerfeminismo e a cultura binária da tecnologia.

Fui numa loja de brinquedos educativos comprar um presente pra uma garota de 8 anos. Só mulheres atendiam, o dono é um homem. Elas (as atendentes) começaram a me mostrar as opções de presentes para garotas de 8 anos: um tear, um fogão, um lance de bordar, um conjunto de panela.

Muito incomodada falei pra elas: mudei de ideia, ela é ele, o que vocês tem? Elas responderam – Tem esses kits de robótica, kit de montar pipa e esse kit de aventura com bussola lanterna, etc.

Isso se chama binarismo e é totalmente bizarro.

A sociedade de controle insiste em converter o campo da educação em meros projetos para manter as mulheres ocupando o espaço conservador de mulheres. Processos de construção de um conhecimento que onde possibilidade de insurgência feminina possa ser minimizada de forma que as mulheres se mantenham como operacionalizadoras de uma sociedade cujo princípio é a acumulação de poder pelos espécimes masculinos. Uma sociedade cujo objeto de evolução é o controle do homem, seja na educação, cultura, ciência, tecnologia ou nos processos subjetivos com a ascensão dos projetos hegemônicos de identidade. A vida-super-prática que sobrecarrega as mulheres de afazerem cotidianos muitas vezes supera o motor de gênese de uma cultura hackerfeminista.

Este tipo de espaço não pode mais ser ocupado por pessoas que sofrem ou se rebelam contra as violências de gênero. Esse modelo de apropriação da tecnologia precisa encontrar suas arqui-inimigas e ser combatido!

Mulheres, feministas e pessoas pró-feminismo precisam criar e buscar territórios criativos que possam e queiram ser ocupados por seus projetos e seus processos de aprendizagem sem medo de serem intimidadas. Espaços não apenas onde o masculino abre mão [momentaneamente] do seu privilégio permitindo a execução de projetos de mulheres e sim espaços com pessoas-não-binárias. Espaços-seguros onde o processo de gênese possa ter um motor feminino ou não-binário.

As hackerspaces femininas e não-binárias são espaços de desvinculação do complexo modelo de apropriação da tecnologia sob o contexto de gênero. São espaços guiados por estratégias, pensamentos e articulações não-binárias. Hacking tem sido um mundo predominantemente masculino. A ideia de hackerspaces feministas é quase uma subcultura, ou uma contracultura do real, ou seja, é um espaço de resistência que insurge com a percepção de tecnologia como demanda de um território ocupado pela sua própria identidade, de guerrilha e de necessidade e principalmente, por princípios não-sexistas.

A ideia política insurgente torna-se o único espaço seguro.

O hackerfeminismo projeta a aniquilação da tecnologia simplesmente como consumo de sonhos empacotados em formato de dispositivos, muitas vezes inacessíveis; mas também projeta e tece redes entre mulheres cientistas, hackers e entusiastas no campo da tecnologia.

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Onde você está na crise política?

O cenário de crise política que temos atravessado no último ano mostrou o poder dos acordos políticos e dos partidos da direita brasileira que sabem explorar as brechas e oportunidades que criam. De um ano para cá tivemos a bizarra votação de pautas como a redução da maioridade penal, assistimos ao processo de impeachment de uma presidente eleita e a ascensão de seu vice, e um processo de cassação, do agora ex-presidente da câmara dos deputados, que já é o mais longo da história da Casa, entre outras notícias que acabam virando assunto na mesa de bar, e deveriam ser mais do que apenas um tópico de conversação.

Frente a este momento caótico da política brasileira, duas posturas são possíveis. Não me refiro a dualidade entre direita e esquerda, conceitos que definem o espectro político desde a revolução francesa em 1789, mas sim das atitudes que podem ser tomadas na crise: ir em frente ou abrir mão. Por um lado, temos visto pessoas se revoltarem, mesmo que nas redes sociais – que a grande mídia insiste em chamar de ativismo de sofá, contra as atrocidades cometidas pelo governo. As mídias independentes fazem um ótimo trabalho ao nos informar o que os grandes jornais tentam esconder ou maquiar. Com uma narrativa mais plural podemos perceber a realidade e a dimensão do problema e nos posicionar com clareza sobre os assuntos para mobilizar politicamente em torno do apoio ou rejeição ao impeachment, por exemplo.

No lado oposto, pessoas que, mesmo informadas (ou até porque são informadas) se encontram exaustas e desiludidas da política e seus processos a tal ponto que optaram por se desligar da questão. É comum ouvir nas ruas velhos chavões como “política é lugar de corruptos” e que “nenhum partido político presta” como claras demonstrações da descrença na política em geral e do desejo de se afastar dela. Muitas pessoas não acreditam que um novo partido político pode ajudar a resolver os problemas instalados, que seria apenas mais um para ser sustentado pelo Estado, que a renovação na política é apenas uma promessa na nossa frágil democracia de apenas 27 anos.

É difícil combater esta ideia já tão consolidada no imaginário popular, e a desconfiança nos políticos e nos partidos é embasada por suas próprias ações como quando, por exemplo, votam aumentos consecutivos para sua classe. Até mesmo Torquato Jardim afirmou, em gravação vazada em junho, que os partidos políticos se tornaram balcões de negócios. Esta declaração torna-se ainda mais grave por ser ele o Ministério (interino) da Transparência, Fiscalização e Controle, órgão que substituiu a Controladoria Geral da União no governo Temer.

Não há vantagens profundas em ser apolítico em uma hora como esta. Se afastar da questão pode trazer algum alívio momentâneo de não ter que se preocupar com nada e viver uma vida mais tranquila, mas esta postura “isenta” não vai fazer a crise política passar. Na verdade, pode até trazer consequências mais graves em um futuro não tão breve, já que os únicos que se beneficiam desse pessimismo são os políticos de carreira, os que já ocupam posições de poder há décadas e não pretendem abandoná-las tão cedo. Não é à toa que o slogan de incentivo popular do governo Temer é “não pense em crise, trabalhe”. Reflexão e pensamento crítico sobre a atual situação são nocivas ao modelo de governo proposto e são o primeiro passo para a mobilização política e enfraquecimento das bases da velha política.

Não devemos, enquanto cidadãos, excluir nossa participação na política antes mesmo de entrar no jogo, que deve ser jogado de dentro. Os fundadores do primeiro Partido Pirata perceberam isso em 2006 na Suécia, quando a ideia de criar um novo partido político pareceu a alternativa mais viável para entrar no debate e fazer mudanças significativas na legislação de direito autoral no país. Hoje as pautas do partido vão muito além do copyright e atentam para direitos civis como o combate à discriminação, ao autoritarismo, a liberdade de acesso a informação e a privacidade.

As crises são também oportunidades de crescimento, mas para isso deve haver uma ruptura com o modelo de política estabelecido. O partido Pirata se apresenta como uma alternativa para fazê-lo e propõe esta ruptura ao pensar a política sob uma ótica horizontalizada, de democracia líquida e plena. Para isso é preciso fortalecer a ideia e assim repetir o que acontece na Europa, onde o Partido Pirata, mesmo com poucos anos de existência, tem sucedido em colocar representantes nos governos da Suécia, Alemanha e no parlamento da União Europeia.

Há um provérbio chinês que diz “quando sopram os ventos da mudança, alguns constroem muros, outros constroem moinhos.” Nos ajude a construir velas e naveguemos na política.

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Partido Pirata: o dilema entre amadurecer e perder tempo

Há mais de seis anos o Partido Pirata segue se debatendo com a burocracia necessária para a formalização de um partido político no Brasil. Ao longo desse período, certamente estamos acumulando experiências muito ricas. Mas, ao mesmo tempo, essa demora dá a impressão de que estamos perdendo oportunidades de apresentar uma real solução para o problemático cenário nacional das disputas vazias por poder.

Em 2010 tomamos a decisão de que realmente iríamos tentar criar uma organização formal, e não apenas ser um movimento político (como a interessantíssima  e necessária “partidA“, iniciada em maio de 2015 por Márcia Tiburi em prol de uma democracia feminista). Em meados de 2012, houve a fundação, em Recife. Em maio de 2014, houve a primeira Assembléia Nacional, apelidada de ANAPIRATA, e que tem marcada para novembro de 2016 a sua segunda edição. Nesse meio tempo, obtivemos o CNPJ “na marra“, mas ainda não fomos reconhecidos pelo TSE. Assim, seguimos sem poder apresentar candidaturas nas eleições, logo, sem poder oferecer uma alternativa aos conchavos e acordos espúrios que acomodam o velho corpo político nacional de sempre, que se mantém com pouquíssimas mudanças e nenhuma ruptura real.

Pode parecer pouca coisa olhar pra trás e perceber que as muitas dificuldades com cartórios, a Justiça Eleitoral, a Receita Federal nos deram um aperitivo do que vamos enfrentar quando formos efetivamente vidraça. Mas houve também problemas graves e muitas mudanças internas, com algumas situações muito dolorosas e ainda sem conclusão efetiva, como feridas abertas que precisam ser encaradas de frente e, só assim, curadas. Há diversas fragilidades na dinâmica e nas estruturas do Partido Pirata que precisam se fortalecer, ganhar maturidade e se institucionalizar.

Precisamos ainda construir um barco firme, confiável, acolhedor e seguro, que tenha um rumo certeiro e navegue na direção correta, a despeito da altura das ondas, ou de quem estiver no papel de segurar o timão. E mais ainda, não seremos apenas um só barco, mas toda uma esquadra, por todo o Brasil, a tomar de assalto a política nacional, para fazer cumprir a promessa da democracia. Todas as pessoas precisam estar devidamente empoderadas para poderem decidir individual e coletivamente, com liberdade, igualdade e solidariedade, como querem participar da vida política local, regional e nacional. Não é uma tarefa fácil, por mais que seja urgente.

O mar sem dúvida está revolto. A crise política, o golpe conspiratório que desfigurou um poder executivo federal, que na verdade sempre se manteve contaminado pelo que há de pior nas distribuições de poder no Brasil: tudo reforça a percepção de que seria ótimo o Partido Pirata já ser uma realidade e, agora, nas eleições de 2016, poder ser uma tábua de salvação para quem não tem mais esperança em nenhum outro partido político existente.

Mas não queremos ser apenas mais uma legenda. E não podemos nos dar ao luxo de não estarmos preparados para o combate. Ainda estamos treinando. E temos muito o que aprender. Se você se interessa, ajude-nos a amadurecer e a não perder mais tempo.

Aqui no Distrito Federal, estamos há algumas semanas nos reunindo periodicamente de forma presencial e temos mantido uma comunicação online pelo Telegram. Esse texto faz parte de uma das frentes de organização local, voltada para os debates de conteúdo político e será um dos eixos do próximo encontro. Quer saber mais? Entre em contato!

Publicado em Opinião, Uncategorized | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

 Participe da coleta de assinaturas para fundar o Partido Piratas no DF

Os membros e simpatizantes do Partido Pirata no Distrito Federal já estão coletando assinaturas para a criação do partido. Os pontos de coleta estão espalhados em alguns locais da cidade (rodoviárias, faculdades…), porém precisamos acelerar esse processo. Para que o partido seja fundado é necessário 500 mil assinaturas nacionalmente!

Quer colaborar com a gente? Para isso, clique aqui na ficha de coleta, em PDF para imprimir. Após o devido preenchimento das assinaturas, encaminhe para a Caixa Postal 10809 – CEP 70306970 -Brasília – DF –  que o diretório de Brasília irá receber e contabilizar as adesões.

Atenção: a coleta é para obtenção do Registro Legal do Partido Pirata – não representa filiação.

Publicado em Ações, Organização, Uncategorized | Marcado com , , | Deixe um comentário

11 de fevereiro de 2014: O Dia Que Contra Atacamos

Olá Pirata,

No caso de você não ter visto em o post no blog nacional ou em qualquer outro canto de toda a Internet – hoje é o grande dia!

Hoje, 11 de fevereiro, dezenas de organizações e mais de 6000 sites estão unidos no maior dia de mobilização online a offline para a combater a vigilância em massa que o mundo já viu: O Dia Que Contra-Atacamos.

Percorremos um longo caminho desde que Edward Snowden explodiu a tampa sobre a incrível extensão do programa de vigilância da NSA ano passado. Mas muito pouco tem sido dito sobre a atuação de bisbilhotagem integrada dos Os Cinco Olhos.

E neste momento, no Brasil, o Marco Civil da Internet – que poderia ser uma legislação revolucionária e inovadora – está parado no Congresso Nacional desde 2011, enquanto é alvo de diversos ataques de setores que querem transformar o texto em uma verdadeira ameaça a nossos direitos como usuários da Internet.

E no contexto atual, em que acordos são costurados e nossos direitos são barganhados politicamente, há uma grande chance de o Marco Civil não vai garantir nossa privacidade, nem a liberdade de expressão ou mesmo a neutralidade, a não ser que convençamos nossos legisladores de que é importante atender aos anseios de seus eleitores por menos espionagem, menos vigilância e mais liberdades.

Esse cenário de afronta a direitos civis por quem deveria protegê-los encontra suas correspondências nos EUA, no Reino Unido, no Canadá, no México, na Colômbia e em diversos outros países.

É por isso que hoje, dezenas de milhares de pessoas estão se unindo para exigir numa só voz: encerrem a vigilância em massa!

Você teria alguns minutos agora para conhecer apoiar os 13 Princípios Necessários e Proporcionais?

Captura de Tela 2014-02-11 às 22.18.31

Esta é a coisa objetiva mais impactante que podemos fazer agora para nos assegurarmos de que as nossas comunicações não fiquem mais sujeitas à espionagem inconstitucional de nenhum governo, seja dos EUA, seja do Brasil, seja de onde for.

Agora precisamos alcançar a linha de chegada. A ação de hoje foi endossada por uma coalizão de organizações, por membros aliados do Congresso, e a ainda pelo grupo “Reforma da Vigilância Governamental”, que inclui grandes empresas de tecnologia como Google e Facebook.

Você vai dar o seu apoio e ajudar a tornar este dia de ação um sucesso?

Além de subscrever os 13 Princípios, visite o site O Dia Que Contra-Atacamos e saiba de diversas outras possíveis ferramentas simples para participar dessa ação, como incluir um selo na sua imagem do perfil do Facebook ou enviar tuítes com a hashtag #thedaywefightback.

Hoje é o dia mundial de dizer em voz alta que não vamos ficar de braços cruzados enquanto os governos fazem varreduras pelas comunicações de pessoas inocentes. Vamos dizer que é a hora de dar um basta à vigilância em massa.

Obrigado por tomar uma atitude. E arrrgh!

Publicado em Ações, Dados Pessoais | Marcado com , , , , , , , , , , | Deixe um comentário